Copiar de um sistema para o outro
O pedido chega no e-mail, alguém digita no sistema. O dado sai do sistema, alguém cola na planilha. Ninguém foi contratado para isso, mas alguém faz todo dia.
Automação de tarefas repetitivas
Copiar dado de um sistema para outro. Conferir planilha. Responder a mesma pergunta. Montar o mesmo relatório toda segunda. A gente pega uma dessas tarefas, entende como ela é feita hoje e devolve ela rodando sozinha — com registro de cada vez que rodou.
O problema
Ela não entra em relatório porque nunca deu errado o suficiente. Só consome, todo dia, a hora de alguém que foi contratado para pensar.
O pedido chega no e-mail, alguém digita no sistema. O dado sai do sistema, alguém cola na planilha. Ninguém foi contratado para isso, mas alguém faz todo dia.
Prazo, preço, status do pedido, segunda via. É a mesma resposta dezenas de vezes por semana, escrita à mão, sempre por quem tinha outra coisa para fazer.
Um número digitado errado atravessa o pedido, a nota e o relatório antes de alguém notar. Achar onde começou custa mais tempo do que a tarefa original.
Se só uma pessoa sabe fazer daquele jeito, férias e demissão viram risco. E ninguém consegue explicar depois por que foi feito daquela forma.
O que vale automatizar
A conta é entre o esforço de uma pessoa fazendo à mão e o esforço da máquina fazendo sozinha. Quando a tarefa se repete e tem regra, a máquina ganha sempre — e é aí que vale.
Toda semana, todo dia, várias vezes por dia. Quanto mais vezes, mais rápido a automação se paga.
Se você consegue explicar para alguém novo como se faz, dá para escrever como regra. Se ninguém consegue explicar, o primeiro trabalho é esse.
A conta é simples: quanto tempo por mês essa tarefa consome, e quanto custa a hora de quem faz. É esse número que decide.
Retrabalho, nota errada, cliente irritado, multa. Tarefa chata e sem consequência pode continuar manual — a que dói, não.
Onde entra a inteligência artificial
Vender IA para tudo é fácil e sai caro. A gente usa onde ela realmente muda o resultado: quando a informação chega solta, escrita por gente, em formato que muda toda vez.
Se o caminho é sempre o mesmo, a automação segue a regra e pronto. Boa parte do que a gente entrega é assim, e é melhor que seja: regra é mais barata, mais rápida e mais fácil de auditar.
Quando a entrada é um e-mail escrito de qualquer jeito, uma nota em PDF, um pedido no WhatsApp ou um formulário preenchido de dez formas diferentes, a inteligência lê, entende e organiza — que é o que a regra sozinha não faz.
Classificar, resumir, comparar com o histórico, separar o que é urgente do que pode esperar. São decisões com muita variação, e é onde a inteligência substitui uma pessoa lendo item por item.
Exceção, negociação, decisão que envolve risco ou relação com cliente. A automação prepara, organiza e entrega pronto para decidir — mas quem decide é uma pessoa.
Como funciona
Cada etapa termina em algo que você consegue ler ou ver funcionando. Nada de projeto que só aparece no fim.
A gente senta com quem faz a tarefa hoje e anota o passo a passo: o que abre, o que confere, o que decide. Sai daqui, por escrito, o que vai ser automatizado e o que não vai.
Montamos a automação em cima dos sistemas que você já usa. Nada de trocar de ferramenta: a gente conversa com o que já está lá, pelas conexões que ele oferece.
A tarefa passa a rodar sozinha com a sua equipe conferindo. O que a automação não souber fazer, ela devolve para uma pessoa — e a gente ajusta ali mesmo.
Ela roda sem ninguém olhando, e cada vez que roda fica registrado: o que entrou, que regra usou, o que saiu e quem aprovou. Dá para conferir a qualquer momento.
O que acontece cada vez que a tarefa roda
Entrada
Um e-mail, um formulário, uma planilha ou um aviso de um sistema que você já usa.
Decisão
A regra que a gente escreveu com você confere os dados e escolhe o caminho.
Execução
A tarefa é feita: o dado é lançado, a resposta é enviada, a pessoa certa é avisada.
Registro
Fica gravado o que aconteceu, com hora, regra usada e identificador.
Segurança e auditoria
Segurança ofensiva não é um extra do projeto: é o que separa uma automação que funciona de uma que funciona e abre uma porta. Toda entrega passa por teste de invasão antes de ir para produção.
Como a oTromba trabalha
Segurança ofensiva dentro do escopo, não como serviço à parte
O que isso quer dizer na prática
Teste de invasão em aplicação web, endurecimento de servidor, revisão de dependências vulneráveis e auditoria de credenciais e acessos fazem parte da entrega, não de um contrato extra. Toda automação é construída e atacada pela mesma casa antes de entrar em produção — e o relatório do que foi achado e do que foi corrigido fica com você.
trilha · pedido recebido · origem: formulário do site
in · a91fexec · regra 4.2 aplicada · valor dentro do limite aprovado
exec · 7c41exec · lançado no sistema de destino
exec · 7c42trilha · responsável pela aprovação avisado
reg · 7c43humano · caso fora da regra · enviado para aprovação humana
esc · 8b10Exemplo do formato do registro · tempo de retenção definido em contrato
Antes de entrar no ar, o sistema passa por um teste de invasão: credenciais, permissões de API, dados expostos e caminhos que ninguém pensou em fechar. Você recebe o relatório com o que foi achado e o que foi corrigido.
A automação escreve nos sistemas que você já usa. A gente não faz uma cópia da sua base num painel nosso — e por isso não tem como vazar de um lugar que não existe.
Acesso a sistema é guardado fora do código e trocável sem mexer na automação. Nada de chave de API dentro de planilha, e-mail ou repositório.
A administração só é alcançável por rede privada, com firewall fechado e portas bloqueadas. Vale para o que a gente entrega e vale para o nosso próprio ambiente.
Cases
Projetos entregues, com autorização para publicar. Os números vieram do dia a dia do cliente, não de estimativa nossa.
Atendimento
O sistema responde na hora, com o conhecimento do negócio carregado de uma base própria, faz as perguntas que separam intenção de curiosidade e encaminha ao consultor apenas o contato com prazo, orçamento e necessidade definidos — junto com o histórico completo da conversa.
24/7
atendimento contínuo
2s
até a primeira resposta
100%
contatos com registro
Python · LangChain · pgvector · WhatsApp API · FastAPI · Docker
Comunicação escolar
O número que fala com todas as famílias parou de ser bloqueado — e parou de depender de alguém digitando.
Next.js · TypeScript · PostgreSQL · Prisma · Redis · BullMQ · WhatsApp Business Platform · Cloudflare R2 · Docker
Automação
Triagem de contatos em tempo real, sem passar por ninguém.
Python · N8N · Redis · WhatsApp API
Refatoração
De um site que não processava pagamento a uma plataforma que fatura.
Laravel · MySQL · Stripe · Meta Pixel · GitHub Actions
Captura de dados
Preço de concorrente conferido de hora em hora, não de mês em mês.
Python · Playwright · Redis · PostgreSQL · Docker
Plataforma
Um produto, vários segmentos, nenhum dado atravessando de um cliente para outro.
Lumen · Next.js · Redis · PostgreSQL · Docker
Investimento
Um valor para montar e uma mensalidade para manter rodando, sem fidelidade. O número exato sai depois do mapeamento, porque depende do tamanho da tarefa.
Aquela tarefa que todo mundo sabe que consome tempo demais.
Várias tarefas do mesmo setor, que dependem umas das outras.
Quando o que a empresa precisa é um sistema seu, não uma automação.
Vai junto em qualquer nível
Perguntas frequentes
Não. A automação conversa com o que já está lá — ERP, CRM, planilha, agenda, banco de dados — pelas conexões que esses sistemas já oferecem. Trocar de sistema só vira assunto se o atual não deixar nada entrar nem sair, e isso a gente descobre no mapeamento, antes de você assinar qualquer coisa.
Ela só faz o que está escrito na regra que combinamos. Fora disso ela não inventa: devolve para uma pessoa com tudo que já sabe sobre o caso. E como cada vez que ela roda fica registrado — o que entrou, que regra usou, o que saiu —, achar onde foi o erro leva minutos, não uma semana.
De três formas. A automação escreve nos seus sistemas, então não existe cópia da sua base num painel nosso. Senhas e chaves de acesso ficam guardadas fora do código. E antes de entrar no ar eu faço um teste de invasão na própria automação — a mesma coisa que um atacante faria — e te entrego o relatório do que achei e do que corrigi.
Depende do tamanho da tarefa, e o prazo sai por escrito no fim do mapeamento — nunca depois de assinar. Uma tarefa só costuma estar rodando em algumas semanas. Um sistema inteiro leva meses, mas com pedaços entrando em uso pelo caminho.
Não. Você recebe a documentação de como tudo funciona e um jeito simples de ver o que rodou e o que deu errado. Se um dia quiser passar para outro time, ele consegue assumir sem falar comigo.
Sem fidelidade. Você fica com a documentação da automação, das regras e do servidor. Nada fica preso comigo.
Nenhuma das duas. Eu escrevo software: entrego a tarefa funcionando sozinha, com registro do que foi feito. A inteligência artificial entra onde ela resolve — ler texto solto, entender documento, lidar com variação — e não como enfeite no nome do serviço.
Em até 24 horas úteis eu respondo dizendo se ela dá para automatizar, o que continuaria com uma pessoa, quanto tempo levaria e uma faixa de valor. Sem reunião obrigatória.
Prefere falar agora? Chame no WhatsApp. Quem responde é uma pessoa.